ESSA MARCA TEM NOME E HISTÓRIA, COM SEU MENTOR ''NATTY MÁRCIO'' NO COMANDO. QUEM O CONHECE SABE TUDO O QUE ELE REPRESENTA PARA O REGGAE NO MARÁ. CONGRATULATIONS NATTY MÁRCIO.
BEM VINDOS AO REGGAE DE PRIMEIRA.
AQUÍ ESTAREMOS INFORMANDO A VERDADEIRA HISTÓRIA DO REGGAE NO MARANHÃO, SEM MENTIRAS, SEM HIPOCRISIAS, SEM FALSOS ÍDOLOS, PRÍNCIPES, REIS E PROFETAS /// ESTAREMOS TRAZENDO O QUE HÁ DE MAIS LÍMPIDO E TRANSPARENTE PARA VOCÊS PRINCIPALMENTE IN St. LOUIS E NO CENÁRIO MUNDIAL. ENTÃO TE LIGA NA PARADA COMPADRE !!
sexta-feira, 15 de julho de 2016
VINIL MEMORY FAZENDO SUCESSO !!!
ESSA É A ESTREIA DA ''VINIL MEMORY'' NO QUEBRA GALHO. FOI SHOW DE BOLA. DESCE O BRAÇO RAPAZIADA ¡¡¡¡¡
quinta-feira, 14 de julho de 2016
TEM SANGUE NOVO NO ROOTS
DESTAQUE NA NOVA GERAÇÃO ROOTS MUNDIAL, A CANTORA JHA9 ASSINA COM A VP RECOORDS !
Em 2015, ela ganhou destaque na compilação "The Biggest Reggae One Drop Anthems" com a faixa "Feeling Irie", e esse ano contribuiu com a música "Bloody City" para o tributo "We Remember Dennis
Brown".
Agora, a talentosa artista passa a fazer parte do time VP Records, e a parceria já começou com um presente: o novo single “Humble Mi” que fará parte do álbum "9", com lançamento previsto para 9 de setembro. Bigup!
Fonte: Sound System Brazil
O LENDÁRIO TOOTS EM TERRA BRASILIS !!!!
Uma grande surpresa fez a alegria de muitos admiradores da música jamaicana recentemente. A confirmação dos shows de Toots & The Maytals por outros países sul-americanos, reacendeu a esperança por um show no Brasil. E ele foi confirmado.
O artista, que estava sem se apresentar desde 2013 por conta de um incidente no qual um jovem arremessou uma garrafa que o atingiu no rosto (ver matéria), voltou com força total e já anunciou uma grande turnê em agosto e setembro pelos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
| Toots a lenda viva |
Na América do Sul, Toots já tem shows confirmados em Buenos Aires e São Paulo, e mais datas estão sendo negociadas em capitais de outros países como Peru e Chile.
Toots é uma das maiores lendas da música da jamaica e um dos precursores desde o ska, passando pelo rocksteady até chegar ao reggae. Com uma lista enorme de hits entre os fãs, o artista de 73 anos esbanja energia nos seus shows até hoje.
DATAS CONFIRMADAS
13/10: São Paulo/BRA- Cine Jóia
14/10: Buenos Aires/ARG - Bue Festival
SOU FÃ DESSA LENDA, ADORO SUAS MÚSICAS QUE EMBALARAM OS REGUEIROS NAS DÉCADAS DE 80 E 90. SEJA BEN-VINDO LENDA.
Fonte: SURFOREGGAE
quinta-feira, 7 de julho de 2016
REGGAE É CULTURA E SABER "A MATRIARCA DA LENDA".
Cedella nasceu em Sidilla Editha Malcolm no Rhoden Hall, Saint Ann Parish, Jamaica, filha de Albertha Whilby e Omeriah Malcolm, um fazendeiro e “curandeiro” , um dos mais respeitados residentes da Nine Mile (filho de Robert "Uncle Day" Malcolm, que descende de escravos de Coromantee enviados para Jamaica a partir da Gold Coas no final do século XVII e início do XVIII). Aos 18 anos Cedella Malcolm casou com Norval Sinclair Marley, um jamaicano branco inglês com descedência supostamente Síria e judaica, cuja família do pai veio da Inglaterra; e a família da mãe, Ellen Marley (née Broomfield), veio de Levante (Mediterrâneo). Ela engravidou de seu filho, Rebert Nesta ( cujo segundo nome “Nesta” significa proféticamente “mensageiro sábio”). Norval Marley era um oficial, bem como o superintendente de plantação. Sua família aplicava uma pressão constante, embora ele oferecesse apoio financeiro para eles, o capitão raramente viu sua esposa e filho. Bob tinha dez anos quando Norval morreu de um ataque cardíaco em 1955 com 70 anos de idade. Cedella e Bob, em seguida, mudaram-se para Trenchtown, uma favela no bairro de Kingston. Este foi o único lugar que Booker poderia dar ao luxo de viver no momento, sendo uma jovem mulher que se desloca do país para a cidade grande por conta própria. Equanto vivia em Trenchtown ela deu à luz uma filha, Pearl, com Taddeus Livingston, o pai de Bunny Livingston – aka Bunny Wailer – quem formou o original Wailers trio com Bob Marley e Peter Tosh em 1963. Cedella Booker depois se casou com Edward, um funcionário público americano, e residiu primeiro em Delaware, onde ela deu à luz mais dois filhos, Richard e Anthony, com Booker. Anthony foi morto em um tiroteio com a polícia de Miami depois de andar por um shopping center com um ga 12. espingarda e abriu fogo em resposta à polícia; Richard Booker sobrevive. Após a morte de Edward Booker em 1976, Cedella mudou-se para Miami, Flórida, onde estava presente no leito de morte de seu filho famoso que morreu de câncer em 1981. Booker viveu em Miami pelo o resto de sua vida. Chamado de “the keeper of the flame“ (o guardião da chama), Cedella fez dreads volumosos, adotou Rohan Marley, filho de Bob Marley com Janet Hunt, e, ocasionalmente, se apresentou ao vivo com os filhos de Marley, Ky-Mani, Ziggy, Stephen, Damian e Julian Marley. Mais tarde, ela lançou os álbuns de música “Awake Zion” e “Smilin' Island of Song”. Cedella Booker participou das festividades em Addis Abeba, Etiópia, em comemoração do 60º aniversário de Bob Marley em 2005. Ela também escreveu duas biografias Bob Marley. Cedella Booker faleceu em aos 81 anos em Miame, Flórida em 8 de abril de 2008. A casa Malcolm, onde seus pais viviam originalmente foi demolida e substituída pelo novo edifício: Bob Marley Foundation.
REGGAE É CULTURA E SABER "RADIOLAS EM ALTA EM 90"
UM PEDAÇO DA HISTÓRIA DAS RADIOLAS
Na prática, a radiola é um equipamento que é rádio e vitrola. No Maranhão, com a disseminação do reggae, foram acopladas caixas de som ao equipamento com o intuito de aumentar sua potência para que o som pudesse ser ouvido em todos os cantos da cidade. Esses equipamentos ganharam tanta notoriedade que passou a existir uma disputa para quem possuía o melhor deles e tinha a maior variedade de músicas exclusivas para tocar.
Radiola Estrela do Som (Foto: Arquivo/ O Estado do Maranhão) Saudoso Dj António José, símbolo maior dessas gigantescas potências.
Na Jamaica havia o hábito de riscar ou raspar o nome dos cantores e das gravadoras dos discos. O reggae chega a São Luís também com essa prática. “Os donos das radiolas iam para a Jamaica comprar os discos e raspavam os selos. Então aquela música se tornava uma exclusividade daquela radiola”, explicou o professor Carlos Benedito.
fonte G1
REGGAE É CULTURA E SABER. "COMO SURGIU O REGGAE NO BRASIL".
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| Jimmy Cliff e Gilberto Gil |
Para entender como o Reggae chegou ao Brasil, primeiro é preciso fazer uma viagem no tempo, chegar até suas raízes e passar por toda a evolução desse estilo musical.
O Reggae é um gênero que tem suas origens no Ska e no Rocksteady, estilos muito populares na Jamaica no final dos anos 1950 e início dos anos 1960.
Em meados de 1968, alguns músicos jamaicanos começaram a fazer sons mais lentos que o Ska, porém mais rápidos que o Rocksteady, além de acrescentar alguns efeitos: foi aí que surgiu o Reggae em sua forma mais pura.
Alguns profissionais influentes na área, como Lee “Scratch” Perry e Joe Gibbs e King Tubby foram peças fundamentais no desenvolvimento desses gêneros na Jamaica. Um desses célebres produtores, Chris Blackwel, mudou-se para a Inglaterra ainda década de 1960 e levou consigo a missão de promover a música no país.
Mas o Reggae começou a ganhar mesmo o território internacional na década de 1970, com dois fatores decisivos para sua expansão ao redor do mundo:
– O lançamento do filme jamaicano “Balada Sangrenta” (“The Harder They Come”), estrelado por Jimmy Cliff, em 1972. O longa foi o primeiro a mostrar ao mundo a realidade da Jamaica, incluindo sua música;
– E, como não poderia deixar de ser, o mais conhecido e amado embaixador do reggae, Bob Marley. A carreira de Bob se estendeu por mais de uma década, começando em 1963 com a banda The Wailers, e que culminou com o lançamento do álbum Exodus, em 1977, quando alcançou a fama internacional.
Em 1985, uma categoria intitulada “Melhor Álbum de Reggae” foi introduzida no Grammy Awards, consagrando de vez o gênero perante todo o mundo.
Pôster do filme “The harder they come”, filme que apresentou Jimmy Cliff (e o Reggae) ao mundo em 1972
REGGAE NO BRASIL
A chegada do Reggae ao Brasil ainda é um assunto um pouco nebuloso devido ao fato de não existir nenhum estudo histórico detalhado sobre o tema. Porém, alguns caminhos possíveis podem ser seguidos para tentar entender como esse estilo musical desembarcou em nosso país.
O primeiro contato do público brasileiro com o Reggae é simbolizado pela visita de Jimmy Cliff ao país, em 1969, para participar do Festival Internacional da Canção (FIC).
Em 1972, Caetano Veloso gravou “Nine out of ten”, lançada no Brasil em 1972 no álbum “Transa”, e a música foi considerada um marco na história do Reggae no Brasil – não necessariamente por SER um Reggae.
“Nine out of Ten, a minha melhor música em inglês. É histórica. É a primeira vez que uma música brasileira toca alguns compassos de reggae, uma vinheta no começo e no fim. […]Bob Marley e The Wailers foram a melhor coisa dos anos 70”, revelou Caetano em uma entrevista ao Jornal do Brasil.
Gilberto Gil também se arriscou na linguagem do reggae em 1977, no disco “Revela”, mas não se jogou totalmente no gênero. Porém, logo em seguida, gravou a música “No woman no cry”, de Bob Marley, e a versão se tornou um grande sucesso no Brasil, com mais de 500 mil cópias do compacto vendidas.
Simultaneamente a esse movimento, alguns estados, como Maranhão, Pará e Bahia também começavam a se apaixonar pelo Reggae que era trazido pelas mãos de um vendedor de discos importados.
Nos anos seguintes, os primeiros álbuns começaram a ser lançados no Brasil e, junto com a visita de Bob Marley ao país em 1980, o estilo começou a decolar de vez por aqui. No mesmo ano, Gilberto Gil e Jimmy Cliff fizeram uma turnê de sucesso com shows pelo Brasil.
| Bob Marley batendo um bolão com Chico Buarque, Touquinho, quando sua única passagem pelo Brasil. |
Muitos outros grupos aparecem a partir da segunda metade dos anos 1980, entre eles a Tribo de Jah, no Maranhão. Até hoje o estado carrega o apelido de “Jamaica Brasileira” devido ao fenômeno que o Reggae se tornou no local, e a Tribo foi uma das responsáveis pela difusão e fortalecimento desse título. O grupo, formado na Escola de Cegos do Maranhão, possui uma trajetória de sucesso até hoje, levando em sua mala shows realizados em diversos lugares do planeta, entre eles a Jamaica, Argentina, Europa, entre outros.
Ainda na década de 1980, chega a vez do Rock se misturar ao Reggae, por meio da banda Paralamas do Sucesso. Em 1986, no Rio de Janeiro, nasceu uma das bandas que atravessou gerações e ajudou a fortalecer ainda mais a cena: o Cidade Negra. Em 1992, o grupo carimbou o passaporte e voou até Montego Bay, na Jamaica, para tornar-se o primeiro grupo de artistas latino-americanos a participar do Reggae Sunsplash Festival.
Com o fortalecimento do cenário nacional e várias apresentações de artistas brasileiros fora do país, o número de bandas se multiplicou nos anos 1990. Entre elas podemos destacar alguns nomes que atingiram o grande público, como Adão Negro, Alma Djem, Natiruts e Planta & Raiz.
CURIOSIDADE:
Em 2012, trinta e um anos após a morte de Bob Marley, a presidente Dilma Rousseff decidiu homenagear o músico jamaicano instituindo o Dia Nacional do Reggae. A data é comemorada no dia 11 de maio, mesmo dia em que o cantor morreu aos 36 anos.
O texto distribuído pelo Palácio do Planalto para divulgar a decisão dizia que nesta data “se homenageará o ritmo musical difundido mundialmente por Robert Nesta Marley”.
FONTE CANAL REGGAE.
REGGAE É CULTURA E SABER. " O REI NA ATUALIDADE".
A FACETA DO REI
Se não tivesse morrido tragicamente de câncer em 1981, hoje Bob Marley teria 70 anos. Ao longo de sua carreira, Bob vendeu mais de 20 milhões de discos, uma façanha inédita para um músico nascido em um país como a Jamaica. Em reconhecimento ao seu trabalho, o nome de Bob entrou no Hall da Fama em 1994.
Mas diversas homenagens nunca deixaram de surgir, e uma delas foi feita pela empresa de comunicação Sachs Mediaem parceria com a companhia de manipulação de imagens Phojoe. Além de criar montagens com uma imagem de como seria o rosto do rei do Reggae se ainda estivesse vivo, o grupo também criou estimativas de como seria sua carreira nos dias de hoje.
Para especular sobre a possível carreira atual de Bob ainda em vida, a Sachs convidou o Dr. Reebee Garofalo, professor e estudioso de renome internacional da música popular, e Elijah Wald, um músico que frequentemente escreve sobre o tema.
Na opinião dos especialistas, “o sucesso de Marley foi globalmente inspirador, de uma maneira que nenhum astro tinha conseguido antes”. Caso estivesse vivo, Bob possivelmente teria colaborado com muitos músicos de todos os cantos do mundo, fossem eles jamaicanos, americanos, ou britânicos, tornando-se assim uma figura central para a música mundial. Ele ajudaria na fusão de artistas da África, América Latina e Ásia. “Ele teria sido um parceiro dos sonhos para estrelas como The Fugees e Kanye West”. Eles também acreditam que ele teria tentado usar sua influência para além do domínio musical, desafiando grandes potências e servindo como porta-voz para os negros ao redor do mundo.
Seguindo a linha de pensamento dos estudiosos, não fica difícil imaginar Bob envolvido em diversos assuntos humanitários, continuando sua luta contra a segregação racial, e tentando usar a música para aproximar as pessoas, e promover a paz e a justiça – como já fazia desde os anos 1970 – como alguma espécie de líder. “Levante, resista: lute pelos seus direitos!”, já cantava Bob Marley em 1973, na música “Get Up, Stand Up”, do álbum “Burnin”.
“É difícil imaginar, mas eu acho que a revolução que ele iniciou na Jamaica estaria mais forte do que nunca. Como ele era um dos principais nomes do reggae de raiz, acho que não fugiria muito do estilo que o consagrou. Poderia até se aventurar em novos territórios musicais, mas manteria as origens”, opinou Fred 04, da Mundo Livre S/A em entrevista ao diário de pernambuco.
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